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Saiba tudo sobre doenças de pele, das mais comuns às mais graves

Um estudo feito pelo Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology, instituição europeia análoga à Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), realizou uma pesquisa com 2.700 pessoas e comprovou que 65% dos participantes apresentaram algum tipo de doença na pele, mas não sabiam. 

Por isso, consultamos a Dra. Kédima Nassif, dermatologista, tricologista e membro da SBD, para esclarecer dúvidas sobre as doenças de pele mais comuns e também as mais graves, incluindo seus sintomas e tratamentos. 

acne

Muitas vezes nossos hábitos estão diretamente ligados com o surgimento de problemas de pele. Foto: iStock

Fortíssima: Quais são as doenças de pele mais comuns? E quais são as mais graves? 

Dra. Kédima Nassif: No universo de dermatologia, há mais de 3.000 doenças dermatológicas, mas algumas são figurinhas carimbadas na rotina do dermatologista. Dentre os problemas de pele mais comuns, temos a acne, rosácea, melasma, as dermatites e, infelizmente, o câncer de pele. Entre as doenças potencialmente graves e que merecem atenção estão o câncer de pele melanoma, os linfomas cutâneos e algumas reações medicamentosas.

Quais são as causas dessas doenças? 

Existem inúmeras causas para os problemas dermatológicos e, na maior parte deles, os nossos hábitos estão diretamente relacionados com seu surgimento. Os cânceres de pele, por exemplo, podem ter um fator genético como predisponente, mas a exposição solar, sem dúvida, é um hábito presente em 90% dos casos. 

A exposição solar também é vilã no surgimento das manchas e do melasma e agrava a rosácea. Banhos quentes e uso de substâncias irritativas são agravantes e desencadeantes de muitos tipos de dermatites. A poluição e o cigarro também são prejudiciais para a pele e impactam no desenvolvimento de doenças.

Quando a pessoa deve procurar um dermatologista?

Muita atenção deve ser dada a feridas que não cicatrizam, manchas que aumentam de tamanho, áreas da pele sem sensibilidade para as sensações de dor e calor, presença de vermelhidão e coceira e pintas novas ou que se modificaram.

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Como evitar ter um diagnóstico tardio?  

Para uma pessoa sem queixas cutâneas e sem histórico familiar de doença de pele, é recomendado uma consulta anual com o dermatologista. Para pessoas com tons de pele muito claros, que abusam do sol ou que já tiveram alguma lesão cutânea, são indicadas visitas semestrais a trimestrais ao dermatologista.

Por que as doenças de pele são mais frequentes em pessoas mais velhas?

Envelhecer significa acumular danos às células e acumular as consequências dos nossos maus hábitos, como a exposição solar. No caso do sol, os danos são cumulativos desde as exposições ocorridas na infância, e isso se repete em relação ao uso de substâncias químicas agressoras da pele, à poluição, às noites mal dormidas e ao abuso do álcool.

Como é feito o tratamento para os problemas de pele mais comuns?

A boa notícia é que o dermatologista dispõe das ferramentas para um diagnóstico e tratamentos corretos. No caso do câncer de pele, o primeiro passo é diagnosticar seu tipo e, a partir disso, definir um tratamento e remoção cirúrgica ou, em casos menos agressivos, optar pela destruição da lesão pelo frio ou calor. 

Já a acne, pode ser tratada com substâncias tópicas e orais, como a espironolactona, alguns antibióticos e até a isotretinoína. A rosácea se beneficia do tratamento com lasers, do uso de antibióticos tópicos e orais e de hidratação adequada à pele. 

Já as dermatites podem ser controladas evitando o contato com seu desencadeante e usando substâncias para a melhora dos sintomas, como os corticoides e as pomadas de tacrolimus.

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