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Entrevista: Ian Somerhalder compara “Apocalipse V” a “The Vampire Diaries”, revela bastidor intenso de participação surpresa da esposa Nikki Reed, e estranha recentes confissões de Dobrev e Paul Wesley: ‘Tiraram do contexto’

É oficial! Depois de dois anos, finalmente veremos Ian Somerhalder nas ‘telinhas’ novamente! O astro interpretará o cientista Dr. Luther Swann no novo seriado da Netflix, “Apocalipse V”, baseado na série de livros “V-Wars”, que estreia nesta quinta (05).

O enredo acompanha o personagem de Ian num mundo apocalíptico, em que um vírus transforma as pessoas em vampiros. Pois é, vampiros! Apesar da semelhança temática com “The Vampire Diaries”, seu último trabalho na TV, o ator garantiu que a nova série e seu personagem são muito diferentes do que os fãs estavam acostumados. Foi por isso mesmo que – depois de conhecer de fato do que se tratava – ele não teve medo de aceitar o projeto.

Em entrevista ao hugogloss.com, nosso eterno Damon Salvatore se abriu sobre os detalhes da empreitada, sem deixar de elogiar seus nove anos em “TVD”. Ele ainda comentou a participação surpresa de sua esposa Nikki Reed na produção inédita e destacou sua tenacidade ao conciliar os múltiplos trabalhos com a maternidade. Nossa conversa com o astro, aliás, se deu enquanto sua filhinha, Bodhi Soleil, de dois anos, estava louca para brincar com ele ao fundo da ligação telefônica. Fofura!

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Ser pai é uma semelhança que Ian divide com seu personagem em “Apocalipse V”, e que ele valoriza muito. “Depois de interpretar o Damon, eu fiquei muito animado em viver um cara que é um super-herói, mas que seus superpoderes são ser um bom pai, um ótimo cientista e um ótimo marido”, explicou, acrescentando não ter medo de ficar marcado para sempre pelas séries de vampiro.

Ian e Nikki em cena de “Apocalipse V” (Foto: Reprodução/Youtube)

Na trama da Netflix, Nikki interpreta Rachel, a ex-esposa do personagem de Somerhalder. “Foi maravilhoso vê-la tão preparada para todas as cenas ao mesmo tempo em que estava amamentando e esboçando as joias [de sua marca Bayou With Love]. Ela fazia uma pausa, ia para o set e entregava essa performance inacreditável e poderosa, me dava um beijo e ia fazer outras coisas de novo. Foi realmente incrível assistir essa mulher poderosa e talentosa, que é mãe e designer, fazer tudo isso no tempo de um dia”, declarou o muso.

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Quem também ganhou elogios de Ian na entrevista foi Ronaldo Fenômeno. O ator e o ex-craque se encontraram no começo de novembro em um evento em Portugal, e deixaram os fãs brasileiros enlouquecidos. “Ele é um cara tão gentil, inteligente e incrível. Nós estávamos nos bastidores, falando sobre o futebol no Brasil e o quanto ele teve uma carreira poderosa e como somos gratos de podermos fazer o que fazemos, no nível que fazemos. O que eu disse pra ele foi: ‘Ronaldo, você é definitivamente um dos maiores esportistas do Brasil'”, relembrou Somerhalder.

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Claro que no papo não poderia faltar “The Vampire Diaries”, né? Além de resgatar seus aprendizados com a série, o astro comentou a confissão polêmica de Nina Dobrev de que ela e Paul Wesley não iam com a cara um do outro no começo das gravações. “Acho que isso virou uma coisa muito maior do que deveria. Durante todo o tempo que passamos juntos, a gente ensaiava 25 vezes, viajava o mundo e era sempre um clima muito bom, então acho que foi realmente uma fala que saiu de contexto”, afirmou.

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O astro ainda continua bem próximo do irmão das telinhas e eles trabalham juntos até hoje! “Nós nos vemos e nos falamos o tempo todo. Ainda estamos trabalhando juntos, já que temos uma empresa de bourbon juntos. Acho perfeito que os irmãos Salvatore tenham seu próprio bourbon, se encaixa perfeitamente”, brincou.

A marca deve vir pro Brasil! Quem vai comprar, hein? (Gif: Reprodução/CW)

Por fim, Ian reforçou que toparia dirigir um episódio de “Legacies”, o spin-off de “The Vampire Diaries” e de “The Originals”. “Acho que o que eles estão fazendo com a série é maravilhoso, parece incrível, os personagens são bem interessantes, a Julie [Plec, showrunner] está arrebentando, então se tivesse a possibilidade acho que seria divertido ver aqueles sets e fazer parte daquilo de novo, seria insano”, refletiu. A gente ia amar!

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Confira a entrevista completa abaixo:

HugoGloss.com: É muito legal te ver nas telinhas novamente depois de dois anos. Você anunciou ‘Apocalipse V’ há mais de um ano, então foi um processo longo até finalmente ser lançado. O que você quer que as pessoas vejam e levem da série?

Ian Somerhalder: É muito incrível porque eu não estive em frente às câmeras há muito tempo, não estive no ar há muito tempo. O que eu estou mais animado para as pessoas verem é que se trata de uma série muito fundamentada. É mais sobre tirar um segundo para apenas mergulhar nesse mundo com esses personagens, que têm performances boas e muito reais, e que você apenas entenda esse mundo que muda muito rápido na série.

Apocalipse V

Uma série de vampiros com Ian Somerhalder? Sim, é isso mesmo. Apocalipse V estreia dia 5 de dezembro.

Publicado por Netflix em Terça-feira, 19 de novembro de 2019

HG: Seus fãs estão muito acostumados ao Damon. Qual vai ser o impacto quando eles conhecerem o Dr. Luther Swann?

IS: É um personagem muito diferente do Damon. Ele não é esse cara sarcástico, engraçado, sexy, mas perigoso. Ele é um cara realmente gentil e bom, que é forçado a passar por situações bem extremas. Depois de interpretar o Damon por tantos anos — [um personagem] divertido, sexy e sarcástico, que também era um babaca às vezes, mas que as pessoas gostavam (risos) —, eu fiquei muito animado em interpretar um cara que é um super-herói, mas que seus superpoderes são ser um bom pai, um ótimo cientista e um ótimo marido. Porque pra mim bons pais, bons cientistas e bons maridos são super-heróis. Tudo em volta deles se espalha de uma forma positiva. Eu espero que as pessoas assistam para entender essa nova vibe de vampiros. Essa é a primeira série de vampiros em que os vampiros não são sobrenaturais. Eles têm uma base médica e científica.

HG: Sim, você inclusive já tinha dado uma entrevista falando sobre isso. No entanto, as pessoas ainda tendem a focar no fato de você estar em outra ‘série sobre vampiros’. Você teve medo de ficar marcado assim quando se envolveu com o projeto?

IS: Você quer saber, na verdade, eu estava [com medo] por um segundo. E aí eu percebi que era incrivelmente diferente porque a série lida com essas coisas que nós estamos lidando na sociedade agora — fronteiras, racismo, doenças, medo, política, política do medo, como eles conseguem controlar nossas vidas nessa era dos algoritmos — eu apenas achei muito animador. Eu gosto de pensar no que acontece quando você tem que recriar a sociedade, sabe? Só isso pra mim é muito único. Minha equipe, que já está há mais de 20 anos comigo, e eu tomamos decisões juntos como uma família. Minha esposa também trouxe um ponto bem importante que é: esse é um personagem tão diferente do Damon. Eu gostaria de pensar que passar 171 episódios na televisão como um vampiro me deu um nível específico de habilidades e ferramentas para poder trazê-las para ‘Apocalipse V’.

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HG: Por falar em habilidades, nesse projeto você não só é o protagonista, como também atua como produtor executivo e ainda dirige um episódio. Qual a diferença entre apenas interpretar em uma série e fazer tudo isso ao mesmo tempo?

IS: É uma relação bem diferente. Em ‘The Vampire Diaries’, eu aparecia no set e aquilo era meu bebê. Como alguém que se importava com aquele set, eu chegava todo dia querendo fazer o máximo que dava como alguém parcialmente responsável por isso. Mas como um produtor executivo e diretor, você se importa ainda mais com cada momento porque você sabe todo o cronograma e o que significa que tudo seja feito de acordo com o planejado para a história. É uma dinâmica completamente diferente, mas é incrível, você nunca vai me ouvir reclamar. Eu sou muito grato por ter a oportunidade de fazer isso.

Ian como Dr. Luther Swann (Foto: Reprodução/Youtube)

HG: O que te atraiu tanto na série para se envolver assim?

IS: Eu realmente amo essa história. São cinco livros, inúmeros quadrinhos, que servem não apenas como referência pra história, mas também para os personagens e referências visuais. É inacreditável o quanto a história é única e incrível. E, como isso vai acontecer globalmente, e, de novo, tem bases científicas, o tipo de vampiro que você se torna é baseado em sua genética. Então se você é do Brasil ou do leste da Europa, você terá duas criaturas completamente diferentes, o que é realmente divertido. Por isso, nós mal podemos esperar para ter um personagem, vamos dizer do Brasil, com características únicas e específicas.

HG: Quer dizer que podemos esperar uma segunda temporada?

IS: Honestamente, já que o mundo vai mudar tão rápido na série, seria uma oportunidade maravilhosa poder contar a segunda parte dessa história de um jeito bem cru, na frente de todos, criando dinâmicas sociais, e justaposições emocionais, com visuais incríveis e histórias muito únicas. Tem tanta coisa nos livros e nos quadrinhos. Eu e o James [Gibb, produtor executivo] temos uma noção muito boa do sentido que a série vai tomar, e por conta disso, nós sabemos as profundidades do quão legal é tudo, e eu sei que poderíamos construir uma dinâmica e uma série controversa e única no futuro.

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HG: Você pontuou sobre trazer personagens de outros países e uma coisa que é interessante é que agora você terá audiência de vários países também por conta da Netflix. É bem diferente gravar todos os episódios ao mesmo tempo e depois exibi-los de uma vez ao invés de transmitir cada um semanalmente na TV, né?

IS: Sim, realmente é um processo bem diferente, mas incrível, entregar todos os episódios, sabendo que as pessoas podem assistir tudo de uma vez só. Esse jeito não-linear de contar histórias, sem passar na TV, é insano. Nós percebemos que tínhamos algo muito especial e precisávamos de um tempo extra para nutrir a história e realmente construir essas criaturas. Mas outra coisa incrível sobre isso é que, com a Netflix, você não está necessariamente confinado ao sistema de audiências de uma série de TV. É por isso que eu estou muito animado para entrar na segunda temporada. Eu não sou um grande fã de violência, mas acho que é algo justificado não só nesse gênero, mas nessa história, porque o mundo está prestes a mudar rapidamente e eu acho que nós podemos construir uma série que é incrivelmente dinâmica, sexy, perigosa, controversa — no sentido de ser instigante —, superando fronteiras visuais únicas.

Pôster de “Apocalipse V” (Foto: Divulgação/Netflix)

HG: Eu tenho que admitir que foi uma surpresa muito legal ver a Nikki Reed no trailer! Ela não havia sido anunciada antes, né? Como foi ter ela na série?

IS: É, nós realmente não falamos muito sobre isso, nós queríamos manter segredo. Ela é tão poderosa e forte. Ela estava construindo sua empresa, Bayou With Love,  naquela época, e nós fizemos as malas e nos mudamos para o Canadá. E foi maravilhoso vê-la tão preparada para todas as cenas ao mesmo tempo em que estava amamentando e esboçando as joias. Ela fazia uma pausa, ia para o set e entregava essa performance inacreditável e poderosa, me dava um beijo e ia fazer outras coisas de novo. Ela nos fez um grande favor por concordar em fazer alguns episódios e brincar nas telas. Foi realmente incrível assistir a essa mulher poderosa e talentosa, que é mãe e designer, fazer tudo isso no tempo de um dia.

HG: Como é trabalhar com ela?

IS: Nós trabalhamos juntos todos os dias. Além de termos uma casa e uma filha, nós também temos nossa produtora e ela é a vice-presidente da ‘Ian Somerhalder Foundation’. Ela é a pessoa que mais trabalha na nossa casa. Nós realmente fomos muito sortudos dela ter concordado em vir fazer alguns episódios.

HG: O que você pode contar sobre a personagem dela?

IS: Não muito, mas na verdade ela interpreta minha ex-esposa, Rachel.

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HG: Recentemente, você conheceu o Ronaldo e deixou os fãs brasileiros loucos ao postar uma foto com ele. Como foi a interação entre vocês dois? Vocês tiveram a chance de conversar sobre alguma coisa além do prêmio que você apresentou a ele?

IS: Ele é um cara tão gentil, inteligente e incrível. Nós estávamos nos bastidores, falando sobre o futebol no Brasil, entretenimento e o quanto ele teve uma carreira poderosa e incrível, e como somos gratos de podermos fazer o que fazemos, no nível que fazemos. O que eu disse pra ele foi: ‘Ronaldo, você é definitivamente um dos maiores esportistas do Brasil’.

HG: Através das redes sociais, nós também podemos ver que você ainda tem uma ligação muito forte com o Paul Wesley. Como é a relação de vocês dois agora que não tem mais trabalho envolvido? Vocês conseguem se ver regularmente?

IS: Nós nos vemos e nos falamos o tempo todo. E, na verdade, ainda estamos trabalhando juntos, já que temos uma empresa de bourbon juntos. Nós ainda estamos trabalhando um monte para trazer isso para o mercado de massa realmente, queremos trazer algo de qualidade, mas que seja acessível para todos. É difícil, mas é incrível e nós estamos fazendo isso. Acho perfeito que os irmãos Salvatore tenham seu próprio bourbon, se encaixa perfeitamente.

Ian e Paul em TVD (Foto: Divulgação/CW)

HG: Sim, é perfeito! E, na verdade, essa não é a sua única empresa, né? Além de atuar, você ainda é um grande empreendedor. Por que você foca nessa área também?

IS: Sim, eu também tenho uma empresa de vitaminas funcionais… Eu apenas tenho trabalhado tão duro nessas companhias porque eu percebi que, se eu puder construir negócios lucrativos, eu posso usar esse dinheiro para fazer coisas realmente grandes, como lutar contra as mudanças climáticas. Eu percebi que isso não viria das ONGs, ou da ONU, ou dos políticos, isso virá de empresas que usarem seus lucros para reinvestir na sociedade e em nós. Isso é sobre agricultura regenerativa. O único jeito de sair dessa crise é construir uma agricultura completamente regenerativa ao redor do mundo. Nós temos que parar de destruir nossos solos e usar a policultura para gerar nossa comida. Assim que começarmos a fazer isso, as mudanças climáticas vão diminuir. É por isso que eu estou construindo essas empresas chamadas “Immortal Rituals” e as duas estarão no Brasil, não só para incentivar a saúde e o bem-estar, mas também para estar presente e construir uma relação com todos.

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HG: Você recentemente disse que gostaria de dirigir um episódio de “Legacies”. Isso vai acontecer mesmo? Há algum plano concreto?

IS: Eu com certeza faria, mas não sei qual é o cronograma deles e se existe essa possibilidade. Acho que o que eles estão fazendo com a série é maravilhoso, parece incrível, os personagens são bem interessantes, a Julie [Plec, showrunner] está arrebentando, então se tivesse a possibilidade, acho que seria divertido ver aqueles sets e fazer parte daquilo de novo, seria insano. Vamos ver.

HG: Recentemente, Nina Dobrev e o Paul chamaram a atenção dos fãs ao confessarem que não iam muito com a cara um do outro no começo da série. Você sabia disso? Como era o clima nesse comecinho?

IS: Acho que isso virou uma coisa muito maior do que deveria. Durante todo o tempo que passamos juntos a gente ensaiava 25 vezes, viajava o mundo e era sempre um clima muito bom, então acho que foi realmente uma fala que saiu de contexto.

HG: Você obviamente sabe que tem muitos fãs aqui no Brasil, né?! Como é esse contato? E por que eles devem prestigiar a série? 

IS: Eu amo o Brasil, eu tenho um grupo incrível de fãs aí, de ‘The Vampire Diaries’. É uma base muito amorosa, que me dá tanto amor e energia. As vezes que eu fui aí foram tão mágicas e poderosas. Se você é fã de TVD ou um fã meu, da fundação ou dos meus trabalhos humanitários, ou se você é apenas um fã do gênero, dê uma olhada [em ‘Apocalipse V’]. Nós trabalhamos tão duro. As primeiras temporadas de série são as mais difíceis porque você está apenas apresentando o mundo e dando um primeiro panorama das coisas, tentando encontrar a vibe do programa, os visuais… e eu realmente quero chegar na segunda temporada para conseguir explorar. Em uma emissora de TV, eu teria uma passarela bem mais longa, de 18 ou 22 episódios. Aqui são apenas 10. É um jeito muito mais condensado de contar a história, então essa é só a ponta do iceberg.

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