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Após expor conversas, Eduardo D’Castro rebate nota emitida pelo Planalto em nome de Michelle Bolsonaro, mas pede perdão à prima; Assista

Eduardo D’Castro, primo de primeiro grau de Michelle Bolsonaro, fez um pedido público de desculpas à primeira-dama, após criticá-la por não ter dado assistência à avó deles, Maria Aparecida Firmo Ferreira, que faleceu na última semana (12), vítima da Covid-19.

Em entrevista a Leo Dias, o influenciador declarou que sempre manteve uma boa relação com Michelle, chegando até a passar o último natal com a família no Palácio do Planalto. “Não entendemos muito bem o motivo do convite, mas por curiosidade, fora o carinho e consideração que a minha mãe tem por ela, a gente resolveu ir. Me senti um pouco desconfortável, porque a gente vê o Palácio por dentro, todo mundo descontraído, mas ao mesmo tempo sério. No entanto, foi tranquilo. Não tive problemas em relação a ela ser primeira-dama ou por causa do presidente ou algo mais”, avisou.

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Entretanto, desde então, ambos nunca mais se falaram, e D’Castro explicou os motivos que o levaram a divulgar prints de conversas com a parente, após a morte de Maria Aparecida. “Meu pai sempre foi muito próximo da minha avó. Quando recebemos a notícia de que ela estava internada, foi realmente um baque. Éramos proibidos de fazer visitas, pois é protocolo devido à transmissão do vírus. Meu pai sofreu muito por não poder ver a mãe”, começou.

Segundo o relato, a família de Eduardo não buscou auxílio de Michelle, pois já não tinham mais o número de telefone da mesma. “Nós não pedimos ajuda, pois o contato com a Michelle já era muito difícil. Ela mudou o número, e nós perdemos contato. Não tínhamos tempo para esperar nada. A minha avó tinha que ser internada, ela não tinha tempo para esperar por nada”, ressaltou.

Eduardo publicou supostos prints de conversa com a prima, na qual ela ameaçava processá-lo. “Seu m*rda”, dizia uma das mensagens. (Foto: Reprodução/Instagram/Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Eduardo disse não sentir rancor da prima, mas mais uma vez, frisou que Michelle poderia ter prestado maior ajuda à avó. “Do fundo do coração, eu não tenho raiva da minha prima, mas ela poderia ter dado muito suporte à minha avó, assim como para todos os brasileiros. A minha avó morreu e a gente não sabe se ela teria sobrevivido se algo diferente fosse feito, mas acredito que ela poderia ter tido seus últimos momentos com muito mais conforto. Como brasileiro, sabemos que o atendimento dos hospitais públicos é muito fraco. Os médicos fazem de tudo para ajudar, mas é difícil, né?! Acho que num hospital particular ela teria sido muito melhor atendida”, opinou.

Ainda em seu discurso, o influenciador aproveitou para pedir perdão à parente, pela exposição. “Eu acho que machucou, ela ficou chateada. Da mesma forma que a família ficou chateada, eu fiquei chateado… Está todo mundo chateado. Sim, eu peço desculpas por ter postado isso, por isso ter vazado. Perdão. Não sei se você (Michelle) vai aceitar, mas a gente aprendeu desde pequeno a pedir perdão e a perdoar as pessoas”, lembrou.

Por fim, D’Castro, que afirmou não ter votado em Jair Bolsonaro, discordou da nota emitida pelo Palácio, julgando as atitudes do rapaz como “oportunistas”. “Eu não concordo. Até porque isso que eu fiz foi um desabafo. E juro por Deus que não é oportunismo. Eu falei sobre algo que estava machucando à mim, meu pai e minha família. Então, sim, foi um desabafo e não um ataque à presidência ou à Michelle”, concluiu.

Confira a entrevista na íntegra:

Entenda o caso

A discussão entre os primos começou na noite da última quarta-feira (12), quando Eduardo publicou uma série de queixas para a primeira-dama nos Stories, do Instagram. “Obrigado por você não ter feito absolutamente nada por nossa avó. Tanto poder, tanta influência e por vergonha, sim, vergonha, não ajudou seu próprio sangue. Você ajuda tantas pessoas, participa de tantos projetos pra ajudar os outros e sua própria família, você vira as costas. Triste ver quem você se tornou. Não reconhecemos mais você”, escreveu ele, usando uma montagem de sua avó ao lado da neta.

Na sequência, o rapaz compartilhou uma notícia sobre a omissão do Governo Federal e de Michelle frente ao estado de saúde de Maria Aparecida. “E nem ela se posicionou sobre o estado da própria avó. Lastimável!”, ressaltou. Algum tempo depois, a primeira-dama teria respondido às acusações do primo através das mensagens diretas do Instagram, manifestando sua revolta com os posts dele.

O primo de Michele Bolsonaro criticou a primeira-dama por não ter ajudado a avó, que morreu de Covid-19. (Fotos: Reprodução/Instagram)

Michelle teria reagido com xingamentos e ameaças

Em um print que D’Castro afirma ser de uma conversa com Michelle, a primeira-dama aparece irritada e discutindo a exposição. “Vou te processar por essa postagem. Acho melhor você rever sua postura em relação a essa postagem. Deixa de ser cretino. Você não é o rico da internet? Cuidado com as suas postagens, seu moleque”, disparou ela. A esposa de Bolsonaro ainda ameaçou: “Você nem gostava da vó. Seu falso. Seu merda. Cuidado!”. Confira:

Após as críticas do primo, Michele Bolsonaro ameaçou seu parente pelo Instagram, rebatendo às afirmações. (Foto: Reprodução/Instagram)

Eduardo desabafa e revela opinião da família

Com as ameaças de Michelle, Eduardo fez uma série de vídeos, tecendo mais críticas contra a parente. “Sim, sou primo da criatura. A pessoa mais ingrata que eu já conheci na minha vida”, iniciou ele. “Como vocês viram, ela disse que vai me processar, me xingou, desceu o nível – nem parece que é uma primeira-dama”, alfinetou.

Segundo Eduardo, a família de Michelle também estaria farta das atitudes dela. Isso foi drástico para que decidissem mudar sua postura quanto ao tratamento para com a primeira-dama. “A gente da família sempre defendeu muito ela, a gente sempre teve um carinho muito grande por ela, só que é aquela coisa, né? O poder sobe na cabeça das pessoas”, avaliou ele.

A família de Michelle Bolsonaro teria se calado para evitar manchar a imagem da primeira-dama, desde sua união com Jair Bolsonaro. (Foto: Marcos Corrêa/PR)

“Ela se tornou uma pessoa que ninguém reconhece mais. Ninguém da família gosta. As pessoas que gostam, gostam pra bajular”, alegou D’Castro. O rapaz, inclusive, mencionou que até então seus parentes evitavam comentar muitas coisas para não tentar manchar a imagem de Michelle – algo que deve ficar no passado. “A gente não vai mais fazer isso. Tem muita coisa pra falar, que a gente guardou por anos, por anos, pra defender o nome dela, pra defender a posição dela”, declarou.

Apesar das ameaças de processo, explicitamente registradas pela esposa de Bolsonaro, Eduardo disse não estar preocupado: “Não tenho medo dela, não tenho medo de quem ela é, nem das coisas que ela pode fazer, porque em momento algum eu falei mentira”.

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O rapaz ainda ficou com a voz embargada ao mencionar um comentário ácido da prima, que o chamou de “riquinho da internet”. “Muito antes dela ser quem ela é, dela ser a primeira-dama, eu batalhei muito, fui muito humilhado… pra vir uma pessoa dessa, ingrata, falar tanta m*rda, tanta coisa que ela não sabe”, indignou-se.

Assista ao vídeo na íntegra:

Michelle se pronuncia

Em uma nota enviada pela Secretaria de Comunicação do Governo, a esposa de Jair Bolsonaro lamentou o episódio e falou pela primeira vez sobre a morte da avó, vítima da Covid-19. “A primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu com pesar a notícia sobre o falecimento da avó. Ela sente e afirma que é um momento de tristeza e dor para toda a família“, começou o texto, divulgado pelo Planalto, na noite de quarta-feira (12).

A senhora Michelle Bolsonaro lamenta que alguns parentes tratem certos momentos tão pessoais com oportunismo em desrespeito ao sofrimento de todos“, acrescentou, se referindo ao recente imbróglio da primeira-dama com o primo. “A primeira-dama permanece recolhida em casa em tratamento contra o novo Coranavírus e espera que o momento de luto seja respeitado, acima de quaisquer questões pessoais e familiares“, encerrou o comunicado.

Maria Aparecida Firmo Ferreira, de 80 anos, estava internada na UTI do Hospital Regional de Ceilândia, no Distrito Federal, desde o dia 3 de julho. Há mais de um mês, o governo federal vinha mantendo o posicionamento de não se pronunciar sobre o estado de saúde dela. De acordo com o prontuário médico, Maria Aparecida foi encontrada “por populares, na rua, caída”, na região onde mora, em Ceilândia, no início do mês. Com falta de ar e piora no quadro, ela foi levada para o hospital público, onde faleceu.

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