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Luisa Mell responde se gostaria de entrar para a política e relembra episódio em que foi a churrasco com o marido: “Festa do demônio”; Assista

Luisa Mell concedeu uma entrevista a Leo Dias nesta sexta-feira (04) e deu mais detalhes sobre seu trabalho ativista a favor dos animais. No papo, ela ainda respondeu se gostaria de entrar para a política nas eleições de 2022 e contou um episódio polêmico de quando foi a um restaurante de carnes com o marido.

“Eu nasci comendo carne. Eu nasci num mundo onde se come carne, onde minha avó me deixou um casaco de pele”, explicou a ambientalista vegana sobre entender a cultura de consumo atual. Apesar de entender, no entanto, Luisa não consegue mais conviver de perto com carnívoros.

De acordo com a ativista, o marido dela, Gilberto Zaborowsky, diz que eles não estariam juntos até hoje se ele não tivesse parado de comer carne. Uma situação que viveram, inclusive, pode ter sido o pivô para a mudança alimentar dele. “Uma vez ele me pediu [para ir a uma churrascaria] quando estávamos viajando…”, relembrou ela, revelando que a experiência passou longe de ser boa.

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“Não era nem uma churrascaria, era um lugar, e eu passei tão mal e vomitei a noite inteira. Porque o cheiro e aquele horror”, recordou, contando o que pensa de churrascos. “Eu não comi nada, só comi salada. Estar naquele lugar para mim… eu não vou em churrasco de jeito nenhum, isso é muito forte, para mim é festa do demônio. Um monte de morto ali, e as pessoas comemorando a morte dos animais, foi uma tragédia”, desabafou.

Luisa afirmou que passa bem longe de churrascos hoje em dia (Foto: Reprodução/Youtube)

Luisa afirmou que, depois disso, o marido nunca mais pediu algo do tipo para ela. Leo Dias ainda apontou que ela estaria sendo exagerada, mas a loira discordou. “Não sou. Você está ali e um monte de defunto, mortos, os animais massacrados”, comparou ela, que hoje em dia pede para não receber nem ouro de presente.

“Isso foi agora, estudando sobre a questão da Amazônia sobre a pecuária, mas também tem a questão do ouro. Eu falei que não quero mais. Tem algumas coisas que eu tenho e tem um valor sentimental. Quando eu tirei o couro da minha vida [em 2005] foi assim: não compro mais”, afirmou. Apesar disso, ela afirmou que não é “insuportável” nesse sentido.

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“Sei que as pessoas acham que eu chego e mando todo mundo parar de comer. As pessoas acham que eu sou assim num relacionamento o tempo inteiro. Eu não sou assim. Inclusive, grande parte dos meus amigos não são veganos. (sic) E eu me relaciono com todo mundo. Até porque a minha ideia não é sair do mundo e ir morar numa casinha e ficar lá vegana. Isso para mim não faz sentido se eu não transformar as pessoas e o mundo. Porque, se não, os animais continuam sofrendo. Estou aqui para transformar as pessoas e eu sei que é difícil”, afirmou.

Luisa foi sincerona durante a entrevista com Leo Dias (Foto: Reprodução/Youtube)

Presidente do Instituto Luisa Mell, ela afirma que sofre muitos ataques online, especialmente por sempre ser uma crítica assídua do governo de Jair Bolsonaro. No entanto, ela declarou que poucas pessoas percebem que ela nunca apoiou diretamente nenhum líder político. “É uma coisa muito doida isso que está acontecendo. Eu sempre lutei contra todos os governos. Porque, na minha opinião, nenhum governo realmente até hoje levou com seriedade a parte ambiental e dos direitos dos animais”, explicou ela.

Apesar de perceber a falta de representatividade a favor do meio-ambiente no governo, Luisa garantiu que ocupar esse cargo não é uma de suas intenções futuras. “Eu falo pelos animais, mas tenho muitas coisas em mente. Eu não estou pronta para ser política. Eu não sou candidata para 2022. A resposta é não!”, garantiu, explicando o motivo. “Então, eu acho que eu correria o risco de ser assassinada. O meu maior medo é que aconteça comigo o que aconteceu com a Marielle [Franco]”, confessou.

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“Eu sou muito briguenta. Se eu ver qualquer injustiça, eu me irrito e não me calo”, explicou. Ela, então, pontuou um caso de exemplo. “Outro dia desses eu estava no parque com o meu filho e vi a polícia dando um ‘pega’ num motoboy e eu me meti lá no meio. Eu sou essa pessoa, entendeu? Se eu vejo alguma injustiça, eu falo, eu brigo… Eu sou a destemida, né? Mas a gente vive num país cada vez mais violento e a prova disso foi tudo o que aconteceu com a Marielle Franco. Eu tenho uma língua grande, sabe? Seria muito difícil!”, analisou ela.

Assista à entrevista na íntegra:

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