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Emily em Paris: Lucas Bravo, intérprete de Gabriel, reage à torcida de espectadores por um trisal: “Tudo pode acontecer”

[AVISO: Esse post contém spoilers de “Emily em Paris”]

Desde que estreou sexta-feira (2) na Netflix, “Emily em Paris” conquistou muitos fãs e espectadores! No Brasil, a série está em primeiro lugar entre as mais vistas da plataforma. Estrelada por Lily Collins e criada por Darren Star (“Sex and The City”), a produção segue a história de uma jovem norte-americana, que vai trabalhar em uma empresa parisiense de marketing.

Sem falar absolutamente nada de francês, Emily (Collins) enfrenta problemas para conquistar seus colegas de trabalho, além de viver aventuras amorosas com franceses charmosos — incluindo Gabriel (Lucas Bravo), um vizinho comprometido. Muita gente não se importou com o fato da protagonista beijar o rapaz, mesmo após descobrir que ele vivia um romance com Camille (Camille Razat), uma das poucas amigas que a estadunidense faz no país. A vontade de acompanhar um romance diferentão era maior!

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Em entrevista à Vulture, o intérprete do bonitão reagiu aos comentários de fãs, que freneticamente torceram para que um trisal, ou ao menos um ménage à trois, acontecesse. “Estou feliz que tenham percebido isso, porque era intencional e definitivamente jogamos dessa forma. Quando estou no terraço do café e dou like na foto em que as duas (Camille e Emily) estão na cama, ou quando Emily e Camille se beijam na boca sem querer, e ficam tipo ‘Sinto muito’, e a outra diz ‘Eu não!’ – há pequenos indícios de que estamos em Paris e tudo pode acontecer”, declarou.

Hm… Será que vem aí?! O público tá pedindo, Netflix! Confira alguns tuítes dos fãs de “Emily em Paris”:

Lucas também externou seu próprio ponto de vista sobre Gabriel e rotulou o personagem como alguém “perdido”. “Ele está basicamente traindo a namorada, mas não dá pra ser apenas um cara confiante e bonitão que trai a namorada. Você vai acabar se tornando um idiota. Eu quis encontrar um senso de humanidade e amor nele, e o que descobri é que ele está meio perdido”, analisou.

“Ele é controlado por Camille… ele quer trilhar seu caminho isso sozinho, mas não tem as ferramentas pra isso. Quando Emily chega à sua porta, ele está em um ponto de sua vida em que não é feliz há um tempo. Ver aquela curiosidade nela o acorda. Ele vibra, então é claro que ele vai segui-la e todas as oportunidades que vêm com isso, mesmo que isso signifique que ele tenha que desistir de seus princípios e valores. A escolha é entre seus princípios e sua felicidade”, completou.

Apesar de “Emily em Paris” ter como pano de fundo, a Cidade Luz, a atração não agradou muito os franceses, que não gostaram de serem representados por “estereótipos” e “clichês”, em suas próprias palavras. Segundo Bravo, os europeus do elenco intervinham quando percebiam algum tipo de referência sem embasamento.

“Quando começamos a filmar, eu queria saber se teríamos um retrato justo. Eu não queria que Paris fosse muito americanizada. Descobri que as piadas eram bem objetivas, quando havia algo que estava um pouco longe da realidade, fazíamos parte da discussão e dizíamos: ‘Não fazemos isso aqui’. Mas me vi, muitas vezes, em algumas das situações, como por exemplo, de fumar após fazer academia. Os parisienses adoram fumar”, encerrou.

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